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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Volta ao mundo ecológica com veículos elétricos.

Dois motoristas, três rodas, US$ 350 e nenhuma emissão de carbono. É assim que a equipe australiana formada por pai e filho, Nick e Jason Jones, esperam dar a volta ao mundo num carro elétrico construído sob medida.



A dupla se uniu à equipes da Alemanha e Suíça hoje para a largada de uma corrida de volta ao mundo com o objetivo de demonstrar tecnologias verdes. O objetivo é completar a viagem de 30.000 km sem injetar carbono na atmosfera, um objetivo que Louis Palmer, o organizador da corrida, crê ser factível.

Palmer completou uma volta ao mundo num táxi movido à energia solar há dois anos. "A tecnologia se desenvolveu bastante desde então", disse ele, para jornalistas, enquanto os veículos se alinhavam para a largada, diante da sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra.

A corrida - que será avaliada em termos de estilo, popularidade e tecnologia, em vez de velocidade - passará por 150 cidades, inclusive Berlim, Moscou, Xangai, Los Angeles e Cancún, o centro turístico mexicano que receberá uma conferência internacional sobre aquecimento global, em novembro.



Os competidores recarregarão seus carros em tomadas comuns ao longo do caminho, compensando as emissões correspondentes ao injetar energia solar e eólica na rede.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Pesquisadores mostram que carros estão vulneráveis a hackers

Especialistas conseguem “hackear” veículos com um notebook; ataque corta sistema de freios com o automóvel em movimento.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, divulgaram um estudo preocupante sobre a segurança da nova geração de automóveis, equipada com computadores de bordo. Segundo eles, os sistemas dos veículos podem ser “hackeados”, com resultados assustadores.

Em um documento, que será divulgado na semana que vem em uma conferência sobre segurança nos Estados Unidos, os pesquisadores afirmam que simplesmente conectando um notebook à porta padrão de diagnóstico de um carro moderno é possível fazer coisas terríveis, como desligar o sistema de freios, parar o motor, danificar o sistema de som ou de áudio ou mesmo trancar os passageiros dentro do veículo. Isso pode ser uma arma poderosa para atentados, por exemplo.



E isso não é teoria. Os pesquisadores já demonstraram esse tipo de ação no final do ano passado. Foi possível nos testes desligar o motor em movimento e impedir que o piloto freasse o carro. Para esse experimento, eles deixaram um notebook conectado à porta de conexão vulnerável dentro do carro e usaram um segundo laptop (com o uso de wireless) para controlar o carro remotamente.

O objetivo da pesquisa não é assustar os motoristas, que já convivem com recalls frequentes. Mas sim alertar os fabricantes que há vulnerabilidades que precisam ser corrigidas. Ou seja, a segurança dos carros precisa ser melhorada, agora que eles incorporam computadores cada vez mais sofisticados. “É um problema para a indústria automotiva”, destaca o professor da Universidade da Califórnia, Stefa Savage, um dos responsáveis pelo estudo.

Segundo o especialista, no momento é preciso ter conhecimentos avançados de programação, além de contato físico com o veículo da vítima para ganhar o controle dos sistemas de computação de um carro. Mas não deixa de ser um sério risco, principalmente porque a indústria pretende oferecer sistemas cada vez mais integrados com redes wireless e mesmo com a Internet.

Fonte

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mãe viaja usando o GPS, se perde, e filho morre no calor do deserto


A norte-americana Alicia Sanchez e seu filho Carlos, de 11 anos, viajavam para passar a noite em um acampamento no parque Death Valley (Vale da Morte), uma área deserta situada na fronteira entre os estados da Califórnia e Nevada, nos Estados Unidos.
Cinco dias depois, o serviço de resgate encontrou Alicia extremamente desidratada e seu filho, morto. Seu carro ficou preso na areia em um dos ambientes mais inóspitos dos Estados Unidos. Seu erro: ter dependido demais do GPS de seu carro.
Muita gente gosta do GPS, este pequeno equipamento de posicionamento geográfico por satélite (que pode estar embarcado no veículo ou ser um eletrônico portátil). E é bem interessante mesmo poder ver sua atual localização no mapa, sem contar que as direções faladas são muito mais seguras quando você está dirigindo. Mas estes dispositivos não sabem de tudo.

Eles não reconhecem as condições da estrada ou mesmo do trânsito (apesar de alguns aparelhos já oferecerem este serviço nas grandes cidades), ou as vantagens e desvantagens de um tipo ou outro de estrada.

Todo mundo que depende muito do GPS já deve ter recebido, vez por outra, indicações ruins. Não que estivessem incorretas, mas oferecendo uma rota mais lenta e difícil, porque é um quilômetro mais curta que a rota mais rápida e fácil.

Já vimos caso também de turistas que seguem a rota exatamente como o GPS indicou e acabam se perdendo, correndo o risco até de serem assaltados em áreas perigosas e menos povoadas.

Fato é que nem o melhor dos GPS apresenta uma combinação detalhada e em tamanho grande que você consegue em um mapa com escalas. Você não terá uma ampla visão de campo, do tamanho daquela estrada, se tudo o que você vê é aquele pequeno pedaço visível na tela.

Ressaltamos: não existe nada de errado em usar seu GPS, mas se for desbravar um território desconhecido, leve um mapa com escalas junto. E se aquele território for potencialmente perigoso, busque informações com um policial rodoviário ou em algum posto de serviços no caminho.

Brincadeira um negócio desses né? comentem e opinem! eu acredito que não devemos confiar demais nesses gps a melhor coisa é sempre perguntar pra alguem que conhece o caminho e até se puder que essa pessoa viaje conosco é melhor pra evitar esses tipos de tragédias porque não é brincadeira não hein!

abraços

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Simuladores atraem amantes de carros e quem ainda não dirige


O público que compareceu na tarde de domingo ao Circuito de Informática e Tecnologia 2009, realizado na Marina da Glória, zona sul do Rio de Janeiro, pôde experimentar a sensação de pilotar carros convencionais e de corrida. Simuladores de Fórmula 1 e Stock Car fizeram a festa dos amantes por jogos de velocidade. A sensação de poder pisar no acelerador em uma pista de corrida foi uma idealização da Armaroli Design.
Pessoas de todas as idades quiseram fazer a vez de piloto. "Não é tão difícil. Eu não sei o motivo de alguns pilotos brasileiros terem tanta dificuldade", disse o comerciante Flávio de Macedo Cruz, 49 anos, que apesar da brincadeira não conseguiu ter um bom desempenho no volante.

A única reclamação de alguns mais fanáticos era esperar pela sua vez de dirigir, ou e repetir a oportunidade. A procura também foi grande no Simulador para Autoescola e Deficientes Físicos, desenvolvido pela Realdrive.net.

Uma miniatura de um carro Fox fica parado para o aprendiz e o instrutor fazerem a aula. Já uma van é destinada às aulas teóricas. Ao final, é produzido um relatório informando os erros e acertos do motorista. Contudo, antes de começar o treino é preciso ser aprovado em um teste psicotécnico.

O engenheiro mecânico João Tadini, um dos idealizadores do projeto, destaca a economia e a segurança como principal qualidade do simulador. "O consumo que você tem (nas autoescolas) com combustível, pneu, manutenção e seguro é muito grande. É uma economia. Além disso tem a segurança. Tem muita gente, principalmente mulheres, que não vão ter aula com medo do trânsito. Aqui a pessoa aprende a vencer esse medo", afirma.
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