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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Televisor da Apple já está em testes e deve custar US$ 1.500

Fontes informam que a suposta TV da Apple já tem os seus primeiros protótipos em testes, com o seu preço já sendo avaliado pela fabricante. Além disso, rumores sobre algumas das especificações do aparelho também foram revelados. O futuro televisor da empresa se tornou um dos produtos mais esperados do ano, e juntamente com o iPad 3 e do iPhone 5, mantém a companhia no centro das atenções.



Pessoas próximas à Apple informam que as primeiras versões do televisor estão nas mãos das empresas canadenses Rogers Communications e Bell, que realizam testes operacionais para avaliar o funcionamento do produto e sua compatibilidade com os diversos sistemas de teletransmissão. A ideia é que essa televisão faça a integração total do conteúdo obtido pelo sinal de TV aberta (sinal aéreo, via satélite ou via cabo) com as informações provenientes da internet, de modo que essa união seja a mais imperceptível possível para o usuário final.

Também são informados alguns serviços e recursos que podem estar presentes na futura TV da Apple, como controle de gestos, chat por vídeo, teclado na tela e controle por voz via Siri. Seu tamanho de tela deve ser de 42 polegadas, com resolução Full HD, software iOS instalado, suporte para o iCloud e acesso a serviços de entretenimento online, como Netflix, YouTube e Flickr. Além disso, para que o recurso de vídeo-chamadas funcione de forma adequada, a câmera iSight é outro elemento que deve fazer parte do conjunto de hardware do produto.

Outra informação importante: o preço especulado para a futura TV da Apple é de US$ 1.500 (cerca que R$ 2.570). Como a ideia é lançar essa TV com tamanhos diferentes, a tendência é que esse valor possa variar. Mesmo porque as informações passadas são rumores, que deverão ser confirmados ou não ao longo desse ano.

Via Techtudo

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Especialistas em hacktivismo criticam ações do AnonymousBR

Em debate na Campus Party, os ataques do grupo hacker foram considerados sem sentido; de acordo com especialistas, parecem mais "farra do que protesto"



Uma série de ataques do grupo AnonymousBR, que se considera uma versão nacional do Anonymous, derrubou sites de bancos na semana passada como uma forma de protestar contra a corrupção no Brasil. O grupo usou "computadores zumbis" para tirar os sites do ar com ataques de negação de serviço.

Para muitos, isso poderia ser considerada uma forma de "hacktivismo", união de hackers com ativistas. Porém, em um debate na Campus Party, alguns especialistas em ciberativismo afirmaram que as ações feitas pelos brasileiros são bastante diferentes dos Anonymous internacionais.

"Essas pessoas que se denominam Anonymous no Brasil não refletem uma posição ideológica, uma luta específica. O que a gente vê parece mais uma farra do que um protesto", afirmou Anchises de Paula, um dos fundadores do Garoa Hacker Clube, primeiro HackerSpace brasileiro. "Eles atacam sites por atacar, páginas que não têm nada a ver com nada para protestar contra alguma coisa, como a falta de ventilador na Campus Party", disse, brincando com a frequente reclamação dos campuseiros em relação ao forte calor que faz dentro do Anhembi.

Segundo Anchises, o brasileiro em geral sabe usar bem a internet e ativistas conseguem usar a capacidade dos brasileiros para divulgar ideias na rede. O que falta é o outro lado do hacktvismo - os hackers - conseguirem se unir aos ativistas para lutar por uma causa. "Pelo menos uma parcela da comunidade hacker não está sabendo fazer isso", disse.

Já o sociólogo Sérgio Amadeu acredita que as ações feitas pelos hackers brasileiros não significam muita coisa. Como exemplo, ele citou os protestos feitos pelo Anonymous após o fechamento do MegaUpload pelo governo dos Estados Unidos. O AnonymousBR atacou sites governistas brasileiros em suas ações. "Eles derrubaram o site do governo do Distrito Federal, blogueiros congressistas. Não tem nada a ver com a história. Atacaram por atacar. Quero ver derrubar o site do FBI, quero ver participar junto do protesto", criticou.

Ciberativistas brasileiros

Outra questão abordada no debate foi a participação de brasileiros em manifestações feitas pela internet. Os participantes mostraram opiniões divergentes sobre o tema: alguns defendem a mobilização dos brasileiros na rede, enquanto outros acham que não sabemos protestar.

Alberto Azevedo, do Movimento Software Livre, acredita que os brasileiros têm uma ideia errada do que é o protesto na web. "Trocar a foto do Facebook não vai combater a violência aos animais", afirmou. Anchises mostrou ter uma visão parecida. "O hacktivismo está engatinhando no Brasil. Uma parcela está criando mobilizações defendendo causas políticas, e outras pessoas não têm a mesma capacidade de mobilizar", afirmou.

Já Marcelo Branco, do site Softwarelivre.org, lembrou que muitas das manifestações que ocorreram pelo mundo, e inclusive no Brasil, começaram de protestos na web. "Ciberativismo ser considerado um militante de sofá é uma visão defensiva demais. Nos últimos 12 anos, quase todas as manifestações de rua foram feitas por pessoas conectadas à rede que usaram a internet como forma de mobilização social", afirmou. "A internet é um novo espaço de disputa e envolve tanto progressistas quanto conservadores", finalizou.

Segundo Amadeu, os brasileiros já mostraram que conseguem protestar pela web. "Quando colocamos protestos contra SOPA e PIPA nos trending topics do Twitter antes dos americanos, mostramos que sabemos nos manifestar", afirmou. Para ele, o que falta é uma mobilização maior em algumas questões.

Via Olhar Digital

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O que é a tecnologia IPS?

O que é IPS é uma pergunta que muitos consumidores fazem na hora de comprar TVs LCD. Embora seja muito comum nas especificações técnicas de monitores e TVs LCD lançados altualmente, a definição, bem como os benefícios gerados pela tecnologia IPS aos aparelhos ainda são um mistério para algumas pessoas.



Desenvolvido com a finalidade de aumentar a qualidade da imagem e projeção, o IPS (In-plane switching) é um recurso de cristal líquido TFT adotado em displays de LCD. Por exemplo, nos televisores e/ou monitores com o recurso, a imagem é alinhada horizontalmente, ao contrário dos tradicionais LCDs que alinham os cristais líquidos pelo pólo vertical.

A diferença visível, contudo, fica por conta das a taxas de atualização. O sistema de uma tela LCD com qualidade IPS pode chegar até incríveis 240Hz, enquanto que, em uma comparação direta, os displays convencionais de LCD contam com taxas que variam de 60 e 75Hz.

Sobretudo, além da significativa diferença nas taxas de atualização, a tecnologia IPS também contribui para um maior ângulo de visão. São 18 graus a mais. Ou seja, 178° contra 160° das LCDs comuns. Isso quer dizer que, independente da posição do telespectador frente ao televisor, o campo de visão não é prejudicado.

O baixo tempo de resposta da imagem (delay) também é outra característica do IPS. Essa qualidade, ideal para cenas de movimento, ainda elimina chuviscos, trepidações e “fantasmas” na reprodução das cores.

Vale ressaltar, contudo, que a tecnologia IPS está limitada, atualmente, a televisores que variam de 17” a 52” e monitores de 20” a 30”.

Tecnologia IPS não é nova

Embora ainda seja pouco conhecida pelos consumidores, os primeiros estudos sobre o IPS datam de 1996, liderados pela fabricante Hitachi. O objetivo era desenvolver um recurso que oferecesse ângulos maiores de visualização, bem como, inicialmente, superasse os ângulos de televisores CRT. No Brasil, a tecnologia IPS apareceu pela primeira vez nas TVs Panasonic.

Via Techtudo

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Lentes são culpadas pela diferença entre fotos bonitas e feias

Sabe aquela velha desculpa de quem não sai bem na foto? "A culpa foi da câmera"? Pois é. Se você sempre riu dessa justificativa, pasme: ela pode ser verdade. A descoberta foi feita pelo fotógrafo britânico Stephen Eastwood, que realizou um experimento provando que uma mesma pessoa, em uma mesma posição e com a mesma iluminação, pode sair de formas bem diferentes na imagem final dependendo do equipamento utilizado.



Eastwood posicionou a modelo no set e fotografou-a com diversos tamanhos de lente, de 19 mm a 350 mm. Ele movimentou as câmeras sempre em direções iguais, para que a moça fosse capturada exatamente do mesmo jeito com cada equipamento. O resultado indica uma lógica simples: quando menor a distância focal, mais campo você captura e, assim, acaba podendo criar distorções.

As diferenças entre as fotos, especialmente se compararmos a da menor com a da maior lente, são impressionantes. Na de 350 mm, a modelo tem uma aparência bonita, com a pele e o cabelo bem definidos, assim como o rosto praticamente perfeito. Na de 19 mm, no entanto, tudo é distorcido: olhos, nariz, boca… A modelo parece até outra pessoa.

Entre as variações, há a possibilidade de tornar o resultado final “mais bonito” ou “mais feio”, de acordo com o tamanho da lente utilizada. Ou seja: agora está provado que o equipamento faz, sim, toda a diferença na hora de uma foto.

Via Techtudo

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Apple atualiza estoque de iPhone 4S nos EUA e no Brasil

A Apple começa a repor os estoques de seus produtos após as vendas de final do ano. Com as expressivas vendas do iPhone 4S, a companhia precisou replanejar a distribuição do smartphone ao redor do planeta. Versões internacionais da Apple Store tiveram o status do mais recente smartphone da empresa alterado para “em estoque”.



A disponibilidade imediata é válida para todas as variantes de modelos disponíveis do iPhone 4S, ou seja, para as versões com capacidades de 16, 32 e 64 GB, nas cores preto e branco. O estoque da Apple foi reposto quase três meses após a primeira remessa de aparelhos chegar às operadoras e lojas da Apple ao redor do planeta.

Apple espera tornar a produção do iPhone 4S mais dinâmica, já que a empresa adicionou mais fábricas para montar os seus produtos, como a Pegatron e a Foxconn, no Brasil.

O status “em estoque” também vale para a Apple Store do Brasil. A expectativa é que o estoque nacional das operadoras seja reabastecido em breve.

No ato do lançamento, os estoques do telefone acabaram rapidamente, tanto nas lojas físicas quanto na loja virtual. A Apple passou a maior parte das vendas de final do ano com o seu status de "envio em atraso", por duas semanas. Algumas operadoras internacionais sofreram atrasos com prazos variados, e em alguns locais, o telefone não estavam disponível.

Via Techtudo

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Windows XP stá com os dias contados

O sistema operacional Windows XP, que ainda mantém suporte da Microsoft, foi lançado há 10 anos e está com prazo de validade chegando ao fim. Há alguns anos a empresa já havia notificado ao mercado que o sistema deixaria de receber suporte por parte de seus criadores.



Esse desligamento seria, inicialmente, a partir de abril de 2009. Porém, o sucesso e o grande número de usuários obrigaram a Microsoft a estender este prazo para abril de 2014. Mesmo presente há muito tempo no mercado, o software ainda controla 46,52% do mercado de computação mundial, enquanto o Windows 7 se aproxima com 36,99%.

A intenção da Microsoft é incentivar pouco a pouco a migração de empresas e usuários para novos sistemas operacionais, especialmente para o Windows 7. A empresa acredita que o sistema tem o “espírito” do antigo XP, e que seus usuários não deveriam esperar pelo Windows 8.

O principal motivo para isto é que o Windows 8 é relativamente desconhecido e pode apresentar falhas que ainda precisam ser corrigidas. Enquanto isso, o Windows 7 já é uma edição bastante sólida e estável, sendo assim, uma proposta mais segura, inclusive para as grandes corporações. Com menos de 800 dias até o fim do Windows XP, o mundo já pode começar a se despedir e a atualizar os seus sistemas.
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