Cerca de 6.500 pessoas são esperadas para a Campus Party 2011, evento que reunirá programadores, desenvolvedores e entusiastas de tecnologia a partir da próxima segunda-feira (17), em São Paulo.
Segundo os organizadores, o número representa crescimento de cerca de 8% sobre o evento do ano passado. Do total de participantes, 77,6% têm entre 18 e 29 anos e 73% são homens. Os participantes acampados somam 4.500 mil pessoas.
Além da presença massiva de campuseiros de São Paulo, são esperados internautas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, além de participantes de Colômbia, Equador, Espanha, EUA, México, Portugal e Reino Unido.
Fonte: Folha Tec.
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Campus Party 2010 - Impressões iniciais
Não me sinto feliz por dizer que, após dois dias de Campus Party, ficou claro que tudo está bem mais morno na edição deste ano.
Não vou colocar em pauta aqui a segunda feira, que foi o dia da chegada. Mas ontem, tanto as oficinas, quanto as conhecidas noites de bagunça estavam amenas. Até as 3am desta quarta-feira o máximo que aconteceu foi o pessoal (sic) bater palmas e gritar “ôôô”… Após isso ensaiou-se uma fila com alguns tocando violão e cantando juntos, algo meio Dr. Robert em “Across The Universe”, mas foi só.
Do lado de dentro, na área dos campuseiros, a situação está mais “confortável”, em diversos aspectos. É fácil achar um sofá ou puff para dar uma relaxada. E é comum ouvir comentários sobre tédio e situações enfadonhas, não sei se uma coisa tem relação com a outra.

Falta uma fagulha. Falta algum fator explosivo.
Apesar dos problemas que aconteceram na edição de 2009, senti falta de atrações musicais. As festas do ano passado definitivamente garantiam entretenimento em noites que poderiam ser dominadas pelo sono. Já em 2010 as barracas estão mais cheias no período noturno.
E não são de casais animados. Como em todas as edições do evento, pouco ou nada se vê a respeito desse tipo de interação. Alguns nerds ainda arriscam a sorte, mas tudo indica que a Campus Party não é lá o ambiente mais romântico do mundo. Caso alguém conheça um casal formado durante a feira, nos conte.
E, como acontece desde que o Centro de Exposição Imigrantes foi escolhido como o local da Campus Party, o som de um campus atrapalha MUITO o outro. Muitas pessoas só conseguiram acompanhar os eventos por streaming, onde o áudio vinha direto da mesa de som.
Algumas oficinas eram constantemente interrompidas por interferência de palestras próximas.
Até o game com cartões RFID, que prometia uma atividade envolvendo muitos campuseiros, deu problema e ficou um bom tempo sem funcionar.
De qualquer forma o hacker Kevin Mitnick, os blogueiros do Jovem Nerd e o campeonato de Street Fighter IV salvaram o dia.
As atrações na área gratuita também estão menos interativas, apesar do Spray Virtual e do Headbanger Hero. A área “Ponto de Rede” mostrou o lado literal da feira, com redes preguiçosas para deitar, mas a oficina de rádio da CBN está lá e continua concorrida, bem como três consoles Playstation 3 ligados na área da Telefonica.
Não muda em relação à edição passada o download frenético e compartilhamento de conteúdo. É fácil ver gerenciadores de arquivos Torrent abertos com filas numerosas. E redes alternativas permitem que os geeks troquem arquivos de músicas, filmes e séries aos gigabytes.
Outro fator que continua incomodando os visitantes é a alimentação que é cara e o serviço de buffet é bem precário.
A segurança foi melhorada, mas ainda há falhas. Por duas vezes eu saí do pavilhão sem ser revistado apenas por estar portando uma credencial de imprensa.
Vale dizer que é sempre uma ótima oportunidade para rever amigos ou conhecer aqueles nerds que apenas conversamos virtualmente. Aqui cabe um abraço ao @mausaldanha e @obrunomendonca que garantiram vários momentos divertidos.
A Campus Party está muito menos para entretenimento e bem mais para informação. O que não é de forma alguma um demérito, mas está bem longe do propósito inicial de muitos dos presentes.
Espero que as coisas melhorem até sábado.
Fonte
Não vou colocar em pauta aqui a segunda feira, que foi o dia da chegada. Mas ontem, tanto as oficinas, quanto as conhecidas noites de bagunça estavam amenas. Até as 3am desta quarta-feira o máximo que aconteceu foi o pessoal (sic) bater palmas e gritar “ôôô”… Após isso ensaiou-se uma fila com alguns tocando violão e cantando juntos, algo meio Dr. Robert em “Across The Universe”, mas foi só.
Do lado de dentro, na área dos campuseiros, a situação está mais “confortável”, em diversos aspectos. É fácil achar um sofá ou puff para dar uma relaxada. E é comum ouvir comentários sobre tédio e situações enfadonhas, não sei se uma coisa tem relação com a outra.

Falta uma fagulha. Falta algum fator explosivo.
Apesar dos problemas que aconteceram na edição de 2009, senti falta de atrações musicais. As festas do ano passado definitivamente garantiam entretenimento em noites que poderiam ser dominadas pelo sono. Já em 2010 as barracas estão mais cheias no período noturno.
E não são de casais animados. Como em todas as edições do evento, pouco ou nada se vê a respeito desse tipo de interação. Alguns nerds ainda arriscam a sorte, mas tudo indica que a Campus Party não é lá o ambiente mais romântico do mundo. Caso alguém conheça um casal formado durante a feira, nos conte.
E, como acontece desde que o Centro de Exposição Imigrantes foi escolhido como o local da Campus Party, o som de um campus atrapalha MUITO o outro. Muitas pessoas só conseguiram acompanhar os eventos por streaming, onde o áudio vinha direto da mesa de som.
Algumas oficinas eram constantemente interrompidas por interferência de palestras próximas.
Até o game com cartões RFID, que prometia uma atividade envolvendo muitos campuseiros, deu problema e ficou um bom tempo sem funcionar.
De qualquer forma o hacker Kevin Mitnick, os blogueiros do Jovem Nerd e o campeonato de Street Fighter IV salvaram o dia.
As atrações na área gratuita também estão menos interativas, apesar do Spray Virtual e do Headbanger Hero. A área “Ponto de Rede” mostrou o lado literal da feira, com redes preguiçosas para deitar, mas a oficina de rádio da CBN está lá e continua concorrida, bem como três consoles Playstation 3 ligados na área da Telefonica.
Não muda em relação à edição passada o download frenético e compartilhamento de conteúdo. É fácil ver gerenciadores de arquivos Torrent abertos com filas numerosas. E redes alternativas permitem que os geeks troquem arquivos de músicas, filmes e séries aos gigabytes.
Outro fator que continua incomodando os visitantes é a alimentação que é cara e o serviço de buffet é bem precário.
A segurança foi melhorada, mas ainda há falhas. Por duas vezes eu saí do pavilhão sem ser revistado apenas por estar portando uma credencial de imprensa.
Vale dizer que é sempre uma ótima oportunidade para rever amigos ou conhecer aqueles nerds que apenas conversamos virtualmente. Aqui cabe um abraço ao @mausaldanha e @obrunomendonca que garantiram vários momentos divertidos.
A Campus Party está muito menos para entretenimento e bem mais para informação. O que não é de forma alguma um demérito, mas está bem longe do propósito inicial de muitos dos presentes.
Espero que as coisas melhorem até sábado.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Software livre do banco na Campus Party
O Banco do Brasil é patrocinador e o Banco oficial da Campus Party 2010,
que acontece até 31 de janeiro, em São Paulo (SP). Trata-se do
maior encontro nacional de tecnologia, cultura digital e
entretenimento em rede, que reúne durante uma semana estudantes,
jornalistas, empresários, cientistas, pesquisadores, programadores e
internautas de vários países. O evento foi criado na Espanha, teve sua
primeira edição em 2002 e passou a ser realizado no Brasil desde 2007.

O Banco do Brasil participa do evento como patrocinador do Espaço Temático
Inovação – Software Livre. Hoje, o Banco do Brasil possui mais de duas mil
máquinas de autoatendimento, instaladas em diversos lugares do País, que já
operam com a opção 10.2 do Open Suse Linux. A previsão é de que a maior
parte do parque de 42 mil terminais migre para o Linux até o final de 2010.
Com o Linux, é possível instalar nos terminais do BB uma série de novas
opções de atendimento, como a navegação via touch screen e a
disponibilidade de diversas transações para deficientes visuais, além de
menu personalizado por segmentos de clientes.
Palestras – O BB participa, ainda, do Campus Party com seis palestras:
“Coleta de configurações com o Koruja OpenCMDB (26), “Do Windows ao Linux
com Suse” (27), “Por que os bancos estão migrando para software livre”
(28), “Empresa 2.0: implementando redes sociais corporativas com softwares
livres” (29), “Opensuse 11.2 – Um novo Linux Corporativo” (30) e “Software
Livre em aplicação 3D” (30).
O BB também aproveita o evento para lançar o software Koruja OpenCMDB no
Portal do Software Público Brasileiro. O Koruja é uma solução coletora de
configurações que faz uso dos serviços de comunicação TCP/IP e foi
desenvolvida na linguagem Tool Command Language/TCL e sua extensão de
comunicação Expect, nativa em sistemas Unix e Linux, para criar um canal de
interação com os recursos tecnológicos do ambiente de TI. A
disponibilização do software visa o desenvolvimento de forma colaborativa
pelos interessados e não somente pelo BB. No Campus Party, o BB promove o
desafio coruja com a entrega de premiações para os vencedores.
Fonte
que acontece até 31 de janeiro, em São Paulo (SP). Trata-se do
maior encontro nacional de tecnologia, cultura digital e
entretenimento em rede, que reúne durante uma semana estudantes,
jornalistas, empresários, cientistas, pesquisadores, programadores e
internautas de vários países. O evento foi criado na Espanha, teve sua
primeira edição em 2002 e passou a ser realizado no Brasil desde 2007.

O Banco do Brasil participa do evento como patrocinador do Espaço Temático
Inovação – Software Livre. Hoje, o Banco do Brasil possui mais de duas mil
máquinas de autoatendimento, instaladas em diversos lugares do País, que já
operam com a opção 10.2 do Open Suse Linux. A previsão é de que a maior
parte do parque de 42 mil terminais migre para o Linux até o final de 2010.
Com o Linux, é possível instalar nos terminais do BB uma série de novas
opções de atendimento, como a navegação via touch screen e a
disponibilidade de diversas transações para deficientes visuais, além de
menu personalizado por segmentos de clientes.
Palestras – O BB participa, ainda, do Campus Party com seis palestras:
“Coleta de configurações com o Koruja OpenCMDB (26), “Do Windows ao Linux
com Suse” (27), “Por que os bancos estão migrando para software livre”
(28), “Empresa 2.0: implementando redes sociais corporativas com softwares
livres” (29), “Opensuse 11.2 – Um novo Linux Corporativo” (30) e “Software
Livre em aplicação 3D” (30).
O BB também aproveita o evento para lançar o software Koruja OpenCMDB no
Portal do Software Público Brasileiro. O Koruja é uma solução coletora de
configurações que faz uso dos serviços de comunicação TCP/IP e foi
desenvolvida na linguagem Tool Command Language/TCL e sua extensão de
comunicação Expect, nativa em sistemas Unix e Linux, para criar um canal de
interação com os recursos tecnológicos do ambiente de TI. A
disponibilização do software visa o desenvolvimento de forma colaborativa
pelos interessados e não somente pelo BB. No Campus Party, o BB promove o
desafio coruja com a entrega de premiações para os vencedores.
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Campus Party
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Campus Party 2010: Intel lança novos processadores
A Intel aproveitou a Campus Party 2010 para lançar sua nova linha de chips para desktops e notebooks. A linha Core ganhou os processadores i3, i5 e i7, que devem aparecer no mercado brasileiro nas próximas semanas.

Os novos chips Core vão aparecer nos PCs dos fabricantes Acer, Dell, CCE, HP, Intelbrás, Megaware, Positivo e Sony. Os preços dos computadores com esses chips começam na faixa de 2 mil reais para desktops e 2,3 mil reais para notebooks.
Durante o lançamento, Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel Brasil, ressatou que os novos chips chegam com preços atraentes para o consumidor, principalmente no caso do i3, modelo básico da nova linha Core. Por isso, espera-se uma migração relativamente rápida da atual geração de chips Core e Core 2 para os novos modelos da linha i. A Intel espera que até o fim de 2010 a linha i esteja em cerca de 80% dos PCs vendidos com processadores Intel.
Entre os novos recursos da linha i está o recurso de processamento de imagens embutidos no chip. Na prática, é como ter um chip gráfico de uma placa de vídeo embutido no processador. Em chips mais antigos esse recurso normalmente é incluído em um chip separado, embutido em uma placa-mãe ou em placas de vídeo independentes.
Fonte

Os novos chips Core vão aparecer nos PCs dos fabricantes Acer, Dell, CCE, HP, Intelbrás, Megaware, Positivo e Sony. Os preços dos computadores com esses chips começam na faixa de 2 mil reais para desktops e 2,3 mil reais para notebooks.
Durante o lançamento, Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel Brasil, ressatou que os novos chips chegam com preços atraentes para o consumidor, principalmente no caso do i3, modelo básico da nova linha Core. Por isso, espera-se uma migração relativamente rápida da atual geração de chips Core e Core 2 para os novos modelos da linha i. A Intel espera que até o fim de 2010 a linha i esteja em cerca de 80% dos PCs vendidos com processadores Intel.
Entre os novos recursos da linha i está o recurso de processamento de imagens embutidos no chip. Na prática, é como ter um chip gráfico de uma placa de vídeo embutido no processador. Em chips mais antigos esse recurso normalmente é incluído em um chip separado, embutido em uma placa-mãe ou em placas de vídeo independentes.
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Campus Party,
Intel
Organização da Campus Party faz operação "antivaias"
Pela primeira vez desde sua estreia no Brasil, a Campus Party não começou com vaias contra o presidente da Telefônica e o prefeito de São Paulo. Elementar: essa foi a única vez nas três edições em que Antônio Carlos Valente e Gilberto Kassab (DEM) não deram as caras na abertura da festa.

Representantes municipais, estaduais e federais abriram o evento, na noite de segunda-feira (25). Os discursos foram breves.
Os patrocinadores corporativos também foram citados rapidamente, com apenas um gesto de saudação na abertura.
Tanto o prefeito de São Paulo quanto o presidente da Telefônica foram vaiados nas duas últimas edições. (Veja aqui e aqui).
Com o microfone, Marcelo Branco, diretor do evento, enfatizou o "respeito pelos patrocinadores". Um discurso nessa linha não chegou a ser surpreendente para boa parte dos campuseiros, que receberam, no começo da tarde de ontem, um e-mail encabeçado pelo mesmo Marcelo Branco, que pedia "empatia" com aqueles que tornam possível que "o evento exista".
"Nosso evento é muito complicado, com custos de produção enormes, mas a energia da Campus faz com que as instituições políticas, independente de suas siglas, as empresas e os campuseiros tornem possível que o evento exista", dizia o comunicado.
"Sem a participação de 'todos', não seria possível fazer essa festa. Por isso, devemos demonstrar respeito e empatia a todos eles em nossa casa, uma vez que unimos nossos corações para a Campus", completava o texto.
Em um trecho anterior do mesmo documento, a principal patrocinadora é citada: "Uma vez mais, graças à Telefônica, contaremos com uma enorme velocidade na rede, 10 gigas de saída de internet para todos."
A carta pede ainda que os campuseiros agradeçam "a todos que nos ajudam a construir a Campus. Pedimos um aplauso enorme, independente de quem fale, pois é uma pessoa que nos ajudou muito e nós campuseiros sabemos reconhecer quando alguém apoia a rede".
O Procon-SP autuou a Telefônica por panes na telefonia fixa e no serviço de banda larga Speedy no ano passado. A empresa responde a cinco processos administrativos.
Também no ano passado, a Anatel decidiu proibir a Telefônica de vender o Speedy. A suspensão ocorreu por conta da sucessão de falhas no serviço ocorridas entre 2008 e 2009.
Hacker lá, hacker cá
O ex-hacker Kevin Mitnick apareceu na abertura oficial e deu boas-vindas de forma breve, em inglês, aos campuseiros. Mitnick faz palestra amanhã, às 13h.
Ele é considerado uma figura lendária por suas infrações nos anos 90. Chegou a ser preso nos EUA por crimes cibernéticos. Hoje, estará no chamado "Momento Telefônica".
Outra figura conhecida da Campus Party é Vinicius Camacho Pinto, o Vinicius K-Max, que deve comparecer ao Centro de Exposições Imigrantes nesta terça. O programador foi indiciado no ano passado pela Polícia Civil de São Paulo por invadir o site da Telefônica.
Em 2008, uma brincadeira de K-Max impediu o acesso de alguns participantes da festa a sites como Google e YouTube.

Representantes municipais, estaduais e federais abriram o evento, na noite de segunda-feira (25). Os discursos foram breves.
Os patrocinadores corporativos também foram citados rapidamente, com apenas um gesto de saudação na abertura.
Tanto o prefeito de São Paulo quanto o presidente da Telefônica foram vaiados nas duas últimas edições. (Veja aqui e aqui).
Com o microfone, Marcelo Branco, diretor do evento, enfatizou o "respeito pelos patrocinadores". Um discurso nessa linha não chegou a ser surpreendente para boa parte dos campuseiros, que receberam, no começo da tarde de ontem, um e-mail encabeçado pelo mesmo Marcelo Branco, que pedia "empatia" com aqueles que tornam possível que "o evento exista".
"Nosso evento é muito complicado, com custos de produção enormes, mas a energia da Campus faz com que as instituições políticas, independente de suas siglas, as empresas e os campuseiros tornem possível que o evento exista", dizia o comunicado.
"Sem a participação de 'todos', não seria possível fazer essa festa. Por isso, devemos demonstrar respeito e empatia a todos eles em nossa casa, uma vez que unimos nossos corações para a Campus", completava o texto.
Em um trecho anterior do mesmo documento, a principal patrocinadora é citada: "Uma vez mais, graças à Telefônica, contaremos com uma enorme velocidade na rede, 10 gigas de saída de internet para todos."
A carta pede ainda que os campuseiros agradeçam "a todos que nos ajudam a construir a Campus. Pedimos um aplauso enorme, independente de quem fale, pois é uma pessoa que nos ajudou muito e nós campuseiros sabemos reconhecer quando alguém apoia a rede".
O Procon-SP autuou a Telefônica por panes na telefonia fixa e no serviço de banda larga Speedy no ano passado. A empresa responde a cinco processos administrativos.
Também no ano passado, a Anatel decidiu proibir a Telefônica de vender o Speedy. A suspensão ocorreu por conta da sucessão de falhas no serviço ocorridas entre 2008 e 2009.
Hacker lá, hacker cá
O ex-hacker Kevin Mitnick apareceu na abertura oficial e deu boas-vindas de forma breve, em inglês, aos campuseiros. Mitnick faz palestra amanhã, às 13h.
Ele é considerado uma figura lendária por suas infrações nos anos 90. Chegou a ser preso nos EUA por crimes cibernéticos. Hoje, estará no chamado "Momento Telefônica".
Outra figura conhecida da Campus Party é Vinicius Camacho Pinto, o Vinicius K-Max, que deve comparecer ao Centro de Exposições Imigrantes nesta terça. O programador foi indiciado no ano passado pela Polícia Civil de São Paulo por invadir o site da Telefônica.
Em 2008, uma brincadeira de K-Max impediu o acesso de alguns participantes da festa a sites como Google e YouTube.
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